WITBLITS atraca no RGYC

Publicado por Mirela Pinho
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Oriundo da cidade de Knysna, África do Sul, o catamarã WITBLITS, modelo Deam 400, construído em 1997, está há seis anos longe de casa. Depois de contornar a costa do Brasil, do Uruguai e da Argentina, o veleiro atracou no Rio Grande Yacht Club (RGYC), nesta última semana. O velejador Pieter Cillié e sua esposa Geraldine, adoraram o Brasil e se sentiram em casa no nosso RGYC. Conheça mais essa história.
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Pieter e Geraldine saíram da África do Sul e vieram em direção ao Brasil, atracando em Ilha Grande (RJ). Após, foram descendo com objetivo de conhecer cada canto da nossa Costa. Seguiram para o Uruguai onde estiveram no Rio Uruguai, lugar onde ficaram atracados por mais tempo. O casal seguiu destino a La Paloma, mas quando já estavam em direção ao Mar del Plata perderam o mastro da embarcação ” Foi o momento mais difícil depois de tantos anos velejando” desabafa Pieter.
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Quando questionado pela Comunicação do RGYC, como surgiu essa idéia de velejar pelo mundo, Pieter responde que a aventura estava em seus planos desde quando era criança. ” Já pequeno gostava de desenhar modelos de barcos. Ninguém na minha família velejava, mas eu sempre desejei isso, velejar e viajar” explica.
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O casal também conta que o objetivo sempre foi conhecer a América do Sul. “Geraldine já tinha visitado o Brasil na adolescência com seus pais. Também vieram velejando da África do Sul. Mas essa é a primeira vez que conheço esses lugares e estou encantado” comenta o velejador. Pieter também afirma que está surpreendido com a receptividade brasileira. ” Todos são muito calorosos. Na África não existe muito afeto, todos são muito frios. ” afirma.
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Pieter aprendeu a velejar aos 19 anos na Marinha da África do Sul. Atualmente com 48 anos, o comandante também tem o conhecimento da Cultura de Flores Protca Rei Cynaroides Rosa, que é a flor símbolo de seu país, com a qual trabalhava antes da viagem.
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Segundo o casal, o seu Catamarã é muito marinheiro. ” O barco não é rápido mas é valente no mar, e é exatamente o que precisamos para essa aventura” completam. Além disso, o barco tem muito espaço pois a família está aumentando a cada trapiche de atracação.” Fábian é um cachorrinho que foi adotado pelo casal no Uruguai. Lily é uma gatinha que também foi adotada no Uruguai e os outros dois gatos Simon e Pampa foram adotados na Argentina” explica Geraldine que é muito afetuosa com seus bichinhos.
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O RGYC foi um dos lugares mais legais que o casal já esteve. “Todos são muito amigáveis aqui, em outros lugares não nos sentimos tão em casa como no Yacht”. afirma Pieter.
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O RGYC deseja bons ventos a esses amantes do mar.

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